Ecodesenvolvimento:
Para Além das Amarras da DominaçãoProjeto 1 | Dívidas, IFIs, Orçamentos públicos e Integração LatinoamericanaProjeto 2 | Práticas Inovadoras de Poder Projeto 1 | Dívidas, IFIs, Orçamentos públicos e Integração LatinoamericanaEm um mundo onde as relações de poder são extremamente assimétricas, os temas da dívida pública, Instituições Financeiras Multilaterais e orçamento estão intrinsecamente ligados. Analisando a experiência histórica de exploração, o endividamento tem sido usado pela corporatocracia - governo liderado pelos interesses das grandes empresas - pelo governos do Norte e pelas IFMs como uma arma de submissão dos povos do Sul. Por outro lado, estes povos são, na verdade, credores de uma dívida social e ambiental em relação aos países do Norte e às elites locais que têm extraído os maiores benefícios do endividamento financeiro público.
O projeto combate a forma pela qual as instituições internacionais vêm atuando, buscando desenvolver massa crítica e reforçar a luta pela reestruturação das IFMs de forma democrática e soberana. Cabe destacar a interação direta com quadros dessas instituições, com técnicos das agências do governo brasileiro e representantes do Congresso.
O PACS também mantém contato com organizações e redes de outros países da América Latina e do hemisfério Norte com a intenção de fortalecer o poder negociador e de incidência dos movimentos sociais sobre os centros mundiais de poder. Nesta nova realidade que vive a América Latina, o PACS, no contexto das redes e campanhas continentais, está cada vez mais envolvido na construção de políticas alternativas de integração regional.
Os movimentos sociais conseguiram criar as condições para a paralisação, pelo menos momentaneamente, da Alca e de alguns tratados bilaterais (como o dos Países Andinos com os Estados Unidos), ao mesmo tempo em que alguns governos, como o da Bolívia e da Venezuela, têm impulsionado políticas de integração no continente (Alba e Tratado de Comércio dos Povos - TCP).
Também é objetivo questionar o modelo de desenvolvimento presente nos chamados tratados de livre comércio. Para a construção de um comércio internacional justo, a integração com autonomia dos povos e países do Sul (África, Ásia e América Latina) é condição indispensável.
Portanto, o projeto visa também elaborar e a difundir uma visão crítica sobre os tratados de livre comércio e o processo de integração em curso na América Latina. A intenção é colaborar na construção de propostas alternativas, principalmente na área de finanças internacionais, para a formulação de um processo de integração regional centrado no desenvolvimento social e humano. Também é objetivo questionar o modelo de desenvolvimento presente nos chamados tratados de livre comércio. Para a construção de um comércio internacional justo, a integração com autonomia dos povos e países do Sul (África, Ásia e América Latina) é condição indispensável.
Portanto, o projeto visa também elaborar e a difundir uma visão crítica sobre os tratados de livre comércio e o processo de integração em curso na América Latina. A intenção é colaborar na construção de propostas alternativas, principalmente na área de finanças internacionais, para a formulação de um processo de integração regional centrado no desenvolvimento social e humano.
Projeto 2 | Práticas Inovadoras de Poder O eixo central deste programa é a problemática de políticas emancipatórias de desenvolvimento. Por isso, o projeto está diretamente ligado a práticas inovadoras de poder que visam ao empoderamento das populações envolvidas. A proposta é contribuir também como pólo irradiador do conceito e da prática de uma globalização fundada em relações de cooperação, de respeito à diversidade, de fraternidade e de sustentabilidade.

Caravana - Assembléia Popular - Brasília
As atividades buscam alternativas de poder econômico articuladas na forma de redes, fóruns e cadeias produtivas, na forma de uniões regionais (Cone Sul, América do Sul) fundadas na cooperação solidária e fraterna entre os povos, assim como na ação por uma outra globalização.
O PACS apóia o fortalecimento de espaços que questionem a “ordem estabelecida”, como as dinâmicas do Fórum Social Mundial (FSM) e Assembléias Populares (APs). Busca, ainda, contribuir com políticas que façam das Assembléias Populares pólos de educação sempre mais abrangentes para a participação cidadã. As ações junto à Rede Brasileira de Socioeconomia Solidária, no Fórum Brasileiro de Economia Solidária e na Aliança por uma Economia Responsável, Plural e Solidária (ALOE-PSES) também fazem parte deste projeto.
O objetivo é colaborar para a consolidação de espaços de participação popular e debate de propostas cujo centro seja a horizontalidade do poder, a escuta e o diálogo como instrumentos educativos de formação política, e a gestão participativa do ecodesenvolvimento.O objetivo é colaborar para a consolidação de espaços de participação popular e debate de propostas cujo centro seja a horizontalidade do poder, a escuta e o diálogo como instrumentos educativos de formação política, e a gestão participativa do ecodesenvolvimento.