PACS | Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul








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Autodesenvolvimento:
Práticas Autogestionárias e Solidárias

Projeto 1 | Práticas Socioeconômicas de Desenvolvimento Local
Projeto 2 | Ecovilas e Ecocidades
Projeto 3 | Mulheres e Socioeconomia


Projeto 1 | Práticas Socioeconômicas de Desenvolvimento Local

O projeto parte da preocupação com a redução da população em situação de fome e/ou que vive na pobreza. O projeto assinala o foco na ação local como estratégia de enfrentamento de temas como produção/comercialização, consumo e orçamento público, no âmbito da economia popular.


Rede de Socioenomia Solidária da Zona Oeste
Mais do que reverter, o projeto faz o diagnóstico junto às localidades, avaliando os fatores que geram a pobreza e a fome com o objetivo de superá-las a partir da construção de novas políticas. Além de trabalhar com esses fenômenos (fome e pobreza), o ideal está em superar o tipo de modelo econômico que os causa.

"Práticas Socioeconômicas de Desenvolvimento Local" tem como objetivo também fomentar e qualificar a participação de moradores/as no mapeamento das condições socioeconômicas e culturais das comunidades selecionadas; a articulação de entidades e pessoas, e a consolidação de uma Rede de Apoio ao Desenvolvimento Local. Essas ações articuladas ganham sustentação através da implantação de um Programa de Formação Permanente em socioeconomia e cultura solidárias e da produção de materiais de apoio.


Feira de comercialização
Como referência para o desenvolvimento do projeto, o PACS aponta a Zona Oeste do Rio de Janeiro. Essa região da cidade representa cerca de 58% de todo o território do município, com 35% de sua população total, incluindo 39 bairros e sub-bairros, e 185 favelas, segundo dados do Censo de 2000. Essa extensa faixa territorial vem sofrendo com a especulação imobiliária de áreas nobres próximas ao bairro emergente da Barra da Tijuca e com o assentamento de populações excluídas, como moradores de rua, vítimas de catástrofes ambientais, ou ainda, provenientes de remoção de áreas nobres da cidade.


Projeto 2 | Ecovilas e Ecocidades

Este projeto faz confluir a permacultura, um estilo consciente e ético de consumir que implica na redução ao mínimo, e idealmente a zero, do desperdício; na reutilização e reciclagem; no desenvolvimento de formas alternativas e sustentáveis de energia; na multiplicação de iniciativas produtivas autogestionárias e de trocas fundadas na solidariedade e na sustentabilidade, e na ação de ampliar sempre mais as sinergias através do desenvolvimento de redes de economia ecológica e de colaboração solidária.


Sítio São José (Paraty) - uma vivência agroecológica
O PACS considera estas iniciativas como constituintes de uma vertente promissora da Economia Solidária. As Ecovilas as Ecocidades são especialmente relevantes tomando como referência a reflexão prospectiva sobre a realidade internacional e nacional. Elas podem se tornar fontes de um novo paradigma de organização socioeconômica territorialmente circunscrita, e ao mesmo tempo articulada em redes, construindo um outro tipo de globalização, com cadeias solidárias de consumo, produção e distribuição de bens, serviços e saberes.



Projeto 3 | Mulheres e Socioeconomia

O projeto se constitui a partir da constatação de que existe uma dimensão de discriminação étnica e sexista da pobreza: as mulheres negras chegam a ganhar 70% menos de salário que os homens, e as brancas em torno de 30% menos, e na maioria das vezes tendo uma maior escolaridade. Há ainda a dupla jornada de trabalho das mulheres, invisível no cotidiano, já que o trabalho doméstico, hoje, não produz valor de troca.



8 de março - Marcha na Avenida Rio Branco (RJ)
No Rio de Janeiro, o PACS consolidou a experiência do curso Mulheres e Economia, voltado para um público de mulheres de comunidades pobres; líderes comunitárias de projetos de economia solidária; militantes do movimentos feministas, sindicais e estudantes. O curso possibilita aprofundar a pesquisa e a discussão – pensando também na territorialidade e, portanto, no desenvolvimento local –, a partir de uma dinâmica de coordenação político-pedagógica.


Mulheres feministas brasileiras vão ao Haiti
A partir desse projeto, surgiu o Comitê Popular de Mulheres, que tem como uma de suas intenções a formação de educadoras sobre temas macroeconômicos.

Nossa outra intenção é construir com as educandas a perspectiva de se organizarem no movimento de mulheres e a importância de o Comitê se inserir num movimento de maiores proporções. O PACS compreende que a luta das mulheres é similar em várias partes do mundo - em todo canto existe opressão sexista, machismo e patriarcado.











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