Publicação põe em debate concentração da riqueza

Quem enriquece com nosso trabalho? Por que há tanta riqueza concentrada nas mãos de tão poucos? Pesquisas e relatórios vêm mostrando, a cada ano, o aumento da desigualdade no mundo. De toda a riqueza gerada em 2017 no planeta, 82% ficaram nas mãos do 1% mais rico. No Brasil, o/a trabalhador/a que recebe salário mínimo (cerca de 23% da população) precisaria trabalhar por 19 anos seguidos para ganhar o mesmo que uma pessoa do grupo do 0,1% mais rico da população ganha em um mês.

Na Zona Oeste do Rio, essa disparidade se mostra ainda mais grave. Estudo recente do Instituto Pereira Passos (IPP) encontrou 2.324 famílias sobrevivendo com muito pouco ou quase nada na cidade. Todas elas vivem na Zona Oeste, em locais como Santa Cruz, Cidade de Deus, Paciência, Guaratiba, Campo Grande, Bangu e Realengo. Desse total, 90% vivem quadro de insegurança alimentar. Passam fome na Cidade Olímpica.

Quando a riqueza dessa vasta região da cidade vai significar uma vida digna para a maioria da população? Qual o destino da riqueza da Zona Oeste? Essas duas perguntas dão o mote da dobradura “Riqueza e desigualdade”, lançada pelo Instituto Pacs.

A partir de dados divulgados pelo IBGE e pelo Instituto Pereira Passos, a publicação expõe o quadro de extrema desigualdade entre os bairros dessa importante região da Cidade, que concentra grandes condomínios de luxo e precariedades como falta de abastecimento d’água.

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A publicação contempla uma ação conjunta de divulgação de informações sobre Concentração de Riqueza no Rio. Leia os outros materiais aqui:

 

 

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